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Nobreak corporativo: como dimensionar corretamente e evitar prejuízos na sua operação

Quedas de energia, picos de tensão e oscilações elétricas são responsáveis por uma parcela significativa dos danos a equipamentos corporativos e por interrupções operacionais que geram prejuízo real. O nobreak é a linha de defesa entre a instabilidade da rede elétrica e a continuidade da sua operação, mas muitas empresas subestimam sua importância ou adquirem um equipamento mal dimensionado, o que pode ser tão prejudicial quanto não ter nenhuma proteção.

O que faz um nobreak?

O nobreak, também conhecido como UPS (Uninterruptible Power Supply), tem três funções principais no ambiente corporativo. A primeira é manter os equipamentos ligados durante quedas de energia, garantindo que a operação continue por tempo suficiente para uma finalização segura ou até que o gerador entre em ação. A segunda é proteger contra picos e oscilações de tensão, que podem danificar silenciosamente fontes de alimentação, servidores e outros equipamentos sensíveis ao longo do tempo. A terceira é evitar a perda de dados e danos ao hardware causados por desligamentos abruptos, que em servidores e equipamentos de armazenamento podem comprometer arquivos inteiros ou bancos de dados.

Senoidal puro x onda não senoidal: por que isso importa?

Um dos aspectos mais ignorados na escolha de um nobreak é o tipo de onda de saída. Nobreaks com saída senoidal pura reproduzem a forma de onda da rede elétrica convencional e são indispensáveis para equipamentos sensíveis, como servidores, fontes ativas com correção de fator de potência (PFC) e equipamentos médicos. Usar um nobreak com onda quadrada ou aproximada nesses casos pode causar mau funcionamento, superaquecimento ou danos permanentes ao equipamento, além de invalidar a garantia do fabricante.

Já para cargas mais simples, como alguns tipos de impressoras ou iluminação, modelos de onda aproximada podem ser suficientes. O erro está em usar esse tipo de equipamento onde ele não é adequado. A economia na compra do nobreak pode se transformar em um custo muito maior com manutenção ou substituição de equipamentos danificados.

Como dimensionar o nobreak corretamente

O dimensionamento correto começa pela soma da potência, em watts, de todos os equipamentos que serão conectados ao nobreak. A partir desse valor, é essencial adicionar uma margem de segurança de 20% a 30% para absorver variações de carga e garantir que o equipamento não opere no limite da sua capacidade. O terceiro fator é a autonomia: quanto tempo sua operação precisa continuar funcionando após uma queda de energia? Esse dado define o banco de baterias necessário. Por fim, é importante considerar a expansão futura da operação, evitando que o crescimento do parque de equipamentos exija a substituição do nobreak em curto prazo.

Errar no dimensionamento custa caro

Subdimensionar um nobreak é um erro que se paga rápido: o equipamento opera sobrecarregado, as baterias se degradam mais rapidamente, a autonomia cai e, em casos extremos, o nobreak pode desligar ou danificar os equipamentos conectados. Por outro lado, superdimensionar significa investir mais do que o necessário, comprometendo o orçamento de TI sem nenhum benefício adicional. O equilíbrio entre capacidade, autonomia e tipo de onda é o que define uma especificação técnica correta e eficiente.

Como a GOIG pode ajudar

A GOIG trabalha com as principais marcas de nobreak do mercado e conta com uma equipe técnica especializada para ajudar sua empresa a especificar o equipamento ideal de acordo com a carga real, o tempo de autonomia necessário e o perfil dos equipamentos protegidos. Mais do que oferecer um produto, nosso time analisa a necessidade da operação e indica a solução mais eficiente e econômica para cada cenário.

Se você tem dúvidas sobre o nobreak atual da sua empresa ou precisa especificar um novo equipamento, fale agora com um especialista pelo WhatsApp e descubra qual é a solução certa para a sua operação. A GOIG está pronta para ajudar você a manter sua infraestrutura de pé quando a energia falhar.

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